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Terça-feira, 04 de Agosto 2026
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Greve na CPTM paralisa três linhas e mobiliza transporte na capital

Com a paralisação parcial dos trens, a prefeitura suspendeu o rodízio de veículos e acionou ônibus do Paese para conter o forte congestionamento na cidade.

Greve na CPTM paralisa três linhas e mobiliza transporte na capital
© Rovena Rosa/Agência Brasil
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A greve na CPTM, iniciada à meia-noite desta terça-feira (4), paralisa parcialmente o funcionamento das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade no sistema de trens de São Paulo. A mobilização ocorre em protesto contra o processo de concessão à iniciativa privada e busca assegurar a estabilidade de 4 mil trabalhadores.

A operação nos trechos afetados funciona de maneira reduzida. Na linha 11-Coral, as composições circulam somente entre Palmeiras-Barra Funda e Guaianases. Já a linha 12-Safira atende exclusivamente o trecho entre Brás e Engenheiro Goulart, enquanto a linha 13-Jade permanece completamente inoperante.

Para amenizar os transtornos ao trânsito da capital, a prefeitura de São Paulo suspendeu o rodízio municipal de veículos. Adicionalmente, foi ativado o Plano de Apoio entre Empresas de Transporte frente a Situação de Emergência (Paese), colocando ônibus para circular na região das estações atingidas.

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Como reforço na mobilidade, o Metrô aumentou a frota de trens nas linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata. Mesmo assim, os passageiros enfrentam forte lotação nas estações abertas, e a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) registrou 412 quilômetros de congestionamento às 7h50.

Trabalhadores

A categoria reivindica junto ao governo estadual a revisão da privatização das linhas, processo concluído em julho, mas temporariamente suspenso após um incêndio na primeira semana de operação da empresa Trívia, atual concessionária do trecho.

Os funcionários exigem o cancelamento da transferência de gestão e a preservação dos empregos. O sindicato alega que o modelo de privatização adotado carece de transparência e traz prejuízos aos usuários e aos trabalhadores do transporte público.

FONTE/CRÉDITOS: Agência Brasil

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